Alto Comissário visita Sudão do Sul para dar visibilidade à “crise esquecida”

novembro 26, 2012

Fonte: ACNUR Brasil

O Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, António Guterres, encerrou na última sexta-feira uma visita de três dias ao Sudão do Sul. O objetivo foi chamar a atenção para os milhares de refugiados sudaneses em países vizinhos da região. Guterres, que visitou refugiados em Yida, um campo próximo à fronteira com o Sudão, descreveu a situação no Sudão do Sul como “uma crise esquecida”.

O Alto Comissário mostrou-se particularmente preocupado com o bem-estar dos 60 mil civis vivendo em Yida, orientando-os a aceitarem a realocação para lugares mais ao interior do Sudão do Sul, onde as condições de segurança, saúde e acesso a recursos são melhores.

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Segurança dos refugiados preocupa Nações Unidas

novembro 21, 2011

Fonte: Jornal de Angola

Deslocados enfrentam múltiplos problemas nos campos de acolhimento na fronteira (Foto: AFP)

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) exprimiu ontem as suas preocupações pela segurança de milhares de refugiados nas áreas fronteiriças do Sudão do Sul.

Os combates que se desenrolam no Sudão vizinho estão  forçando milhares de civis a atravessar a fronteira, à procura de maior segurança. “O ACNUR está  procurando maneiras de deslocar esses refugiados para zonas mais calmas do Sudão do Sul”, declarou a porta-voz da agência, Melissa Fleming.

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Avião bombardeia campo de refugiados no Sudão do Sul

novembro 11, 2011

Fonte: Último Segundo

 

Presidente sudanês, Omar al-Bashir (D), discursou ao lado do presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir (09/07) (Foto: AP)

Ataque em região próxima à fronteira com o Sudão deixou pelo menos 12 mortos e 20 feridos, segundo autoridade local

Um campo de refugiados no Sudão do Sul foi alvo de um ataque aéreo nesta quinta-feira, informaram testemunhas e autoridades do país. O campo situa-se a menos de 50 km da fronteira com o Sudão.

Segundo Miabek Lang, uma autoridade local, o ataque deixou pelo menos 12 mortos e mais de 20 feridos.

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ACNUR alerta para avalanche de refugiados no Sudão do Sul

setembro 16, 2011

Fonte: Rádio ONU

Por Eleutério Guevane

Desde a semana passada, o número de chegadas diárias subiu de 100, em agosto, para 500 pessoas

 

ACNUR estima em 8 mil o número de deslocados devido aos combates entre o exército sudanês e milícias no estado sudanês.

Mais de 8 mil pessoas fugiram de combates entre o exército sudanês e milícias no estado de Kordofan-Sul, anunciou esta sexta-feira o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, ACNUR.

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Conflitos interétnicos desalojam 250 mil no Sudão do Sul

agosto 31, 2011

Fonte: Rádio ONU

Por Eleutério Guevane

Mais de 600 pessoas morreram a 18 de agosto em disputas por gado protagonizadas pelas comunidades Murle e Lou Nuer

OIM diz que vítimas vivem sem qualquer protecção contra chuvas fortes que continuam a assolar várias regiões do Sudão do Sul; mais de 600 pessoas morreram em disputas por gado pelas comunidades  Murle e Lou Nuer.

Mais de 250 mil pessoas foram desabrigadas após confrontos interétnicos mortíferos no estado sul-sudanês de Jonglei, segundo a Organização Internacional para as Migrações, OIM.

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Ban lamenta centenas de mortos em conflitos étnicos no Sudão do Sul

agosto 24, 2011

Fonte: Rádio ONU

Por Eleutério Guevane 

Ban Ki-moon

Disputas tribais sobre gado, desde 19 de Agosto, causaram pelo menos 600 mortes e um grande número de deslocados.

O Secretário-Geral da ONU disse estar profundamente preocupado com os recentes combates entre comunidades Murle e Lou Nuer no estado sul-sudanês de Jonglei.

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Paz e guerra rondam independência do Sudão do Sul

julho 12, 2011

Fonte: Terra Magazine

 

Menina em catedral católica na capital do Sudão do Sul, Juba. Região vivia em guerra civil com o norte, de maioria muçulmana (Foto: Reuters)

Num discurso que misturou paz e guerra, o primeiro presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, celebrou a independência do novo país, neste sábado (9). Ele prometeu tranquilidade nas regiões fronteiriças, mas não convenceu o vizinho Omar al-Bashir, presidente do Sudão, que disse neste domingo (10) à BBC que não está descartada a possibilidade de conflitos armados.

A incerteza não é novidade no cotidiano desse país, que nasce depois de um plebiscito, em janeiro, no qual 98% dos sul-sudaneses decidiram pela independência. O norte e o sul vivem uma guerra civil desde 1993. Mais de dois milhões de pessoas foram mortas e cinco milhões se tornaram refugiados. Em 2005, um acordo de paz deu origem ao plebiscito.

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Sudão do Sul comemora sua declaração de independência

julho 9, 2011

Fonte: AFP

Multidão comemora a independência do Sudão do Sul em Juba (Foto: Roberto Schmidt/ AFP)

O Sudão do Sul se proclamou neste sábado independente oficialmente, separando-se do norte depois de cinco décadas de conflitos que mergulharam o novo país numa miséria da qual espera sair graças a suas ricas reservas de petróleo.

O chefe do Parlamento, James Wanni Igga, anunciou a “declaração de independência do Sudão do Sul” diante de milhares e habitantes eufóricos e pouco depois hasteou a bandeira do novo Estado, o 54º de África.

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No ano, revolta e violência tribal mataram 2.300 no Sudão do Sul

julho 8, 2011

Fonte: Reuters

Por Jeremy Clarke

Paciente no Centro de Referência em Reabilitação Física, no centro de Juba, no Sudão do Sul. Mais de 2.300 pessoas morreram desde o começo do ano no sul do Sudão devido a confrontos tribais e à violência de rebeldes, disse a ONU na quinta-feira, num sombrio lembrete da insegurança na região que se tornará formalmente independente no sábado, já sob o risco de se tornar um Estado falido. 07/07/201 (Foto: Thomas Mukoya/ Reuters)

Mais de 2.300 pessoas morreram desde o começo do ano no sul do Sudão devido a confrontos tribais e à violência de rebeldes, disse a ONU na quinta-feira, num sombrio lembrete da insegurança na região que se tornará formalmente independente no sábado, já sob o risco de se tornar um Estado falido.

Mais de 500 pessoas morreram só na última quinzena de junho, segundo cifras da ONU, o que indica um agravamento da situação. No relatório anterior, em meados do mês passado, eram contabilizados 1.800 mortos desde o começo de 2011.

A maior parte das novas mortes esteve relacionada a disputas por gado na região de Pibor, segundo Lise Grande, principal autoridade humanitária da ONU no sul do Sudão.

Grupos étnicos disputam há séculos o gado, parte vital da economia local. Mas o número de mortos tem aumentado porque, depois de décadas de guerra civil, a área está infestada de armas leves.

O governo do sul do Sudão acusa o norte de armar tribos rivais e de provocar insurgências para abalar o futuro país e manter seu controle sobre ele. Cartum nega.

A independência do novo país, que se chamará Sudão do Sul, foi decidida num referendo em janeiro, encerrando definitivamente uma guerra civil que deixou 2 milhões de mortos e 4 milhões de refugiados.

Desde o fim do domínio britânico, em 1955, o norte e o sul do Sudão mantiveram conflitos quase ininterruptos até 2005 por causa de questões étnicas, religiosas e ideológicas, e também pelo controle do petróleo.

“Um grupo de assalto (para roubar gado) atacou (outra tribo) nos últimos dias… Cerca de 10 mil cabeças de gado foram roubadas”, disse Grande.

Do começo do ano ao final de junho, 2.368 pessoas morreram em 330 incidentes violentos ocorridos em nove dos dez Estados do Sudão do Sul, acrescentou ela. A violência causou a fuga de mais de 270 mil pessoas, sendo 100 mil na região de Abyei, disputada entre o norte e o sul.

Mais de 300 mil pessoas também voltarão voluntariamente ao sul desde outubro do ano passado, o que gera uma pressão sobre o governo local e as agências humanitárias, diz a ONU. “Temos mil retornados por dia no momento”, afirmou Grande. “Há poucas semanas eram centenas por dia, e acho que ainda não chegamos ao auge.”

Pelo menos sete milícias rebeldes enfrentam as forças do governo em partes remotas do território. Muitas delas dizem lutar contra a suposta corrupção e discriminação étnica do governo sulista.

O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, já ofereceu anistia aos rebeldes, pedindo ajuda deles na construção da nova nação.


Só em 2011, violência já matou 2,3 mil no Sudão do Sul

julho 7, 2011

Fonte: Terra Brasil

Mais de 2.300 pessoas morreram desde o começo do ano no sul do Sudão devido a confrontos tribais e à violência de rebeldes, disse a ONU na quinta-feira, num sombrio lembrete da insegurança na região que se tornará formalmente independente no sábado, já sob o risco de se tornar um Estado falido.Mais de 500 pessoas morreram só na última quinzena de junho, segundo cifras da ONU, o que indica um agravamento da situação. No relatório anterior, em meados do mês passado, eram contabilizados 1.800 mortos desde o começo de 2011.

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