Venezuela: Estudantes formados em prevenção do conflito na fronteira

Fonte: ACNUR

Cerca de 50 mil dólares foram destinados pela Embaixada Britânica e pelo ACNUR a programas de capacitação em comunidades com crescente número de refugiados e solicitantes de refúgio. Na foto: um curso de capacitação em Zulia. (Foto: ACNUR)

Com o propósito de mitigar o impacto do conflito colombiano na fronteira venezuelana, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da Embaixada Britânica, concluiu com êxito as atividades para promover uma cultura de paz na fronteira, principalmente em Zulia.

Mais de 1.700 pessoas, entre membros das forças armadas, autoridades, sociedade civil, professores e estudantes de Zulia, Tachira e Apure receberam treinamento em direitos humanos, direitos dos refugiados e sobre o impacto do conflito colombiano na Venezuela.  

O convênio contemplou a realização de campanhas de sensibilização e promoção desses temas com professores e crianças de 25 escolas localizadas em comunidades fronteiriças, que difundiram os conhecimentos adquiridos a membros de outras instituições na fronteira e em Caracas.

Como explica Claudia Rodríguez, encarregada de Programas do ACNUR, “a participação das escolas foi sumamente importante, já que a estigmatização deve ser prevenida precocemente; por isso é importante o papel dos estudantes e o efeito multiplicador em seu entorno, que foi o que conseguimos com essa aliança com a Embaixada Britânica”.

Esse projeto contribuiu para diminuir os níveis de tensão e estigmatização da população refugiada nas comunidades fronteiriças e para promover um ambiente de integração entre seus habitantes e as pessoas com necessidade de proteção internacional.

Cerca de 200 mil pessoas de origem colombiana chegaram à Venezuela na última década fugindo do conflito armado em seu país. A maioria dessas famílias vive em comunidades dos Estados fronteiriços.

Através dos escritórios em Maracaibo, San Crostóbal e Guasdualito, o ACNUR trabalha para garantir os direitos dos refugiados e a integração deles na Venezuela, como a solução adequada ao deslocamento forçado.

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