Sobreviver num país vizinho

Fonte: Fátima Missionária

Por Cristina Santos


De uma Somália em guerra que atravessa uma terrível seca para campos sobrelotados do Quênia. Este é o drama de milhares de somalis que tentam a todo o custo sobreviver

Os campos para refugiados do nordeste do Quênia estão no limite das suas capacidades. Porém, o número de cidadãos somalis a necessitar de asilo é cada vez maior, devido à seca e à intensificação dos conflitos. “O campo de refugiados de Dadaab continua a receber um número significativo de recém-chegados”, confirma Emmanuel Nyabera, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Chegam exaustos, depois de terem efectuado longos percursos a pé, que podem chegar aos mil quilômetros.

O campo de Dadaab é o maior do mundo. Em meados do mês de maio, contava mais de 348 mil pessoas, quatro vezes mais do que a sua capacidade. Grande parte são cidadãos somalis. E, apesar de lá conseguirem uma relativa segurança, viver nos campos é muito difícil. Comem pouco. Para conseguir água é preciso andar quilómetros, o que nem sempre seguro para as mulheres; os serviços de saúde são escassos. Porém, Dadaab continua a ser a única hipótese para os milhares que fogem para garantir a sua sobrevivência.

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