ACNUR divulga hoje relatório mundial sobre refúgio, apatridia e deslocamentos forçados

Fonte: ACNUR

No marco das celebrações do Dia Mundial do Refugiado, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) divulgou na manhã de hoje (20 de junho), o relatório Tendências Globais 2010, que apresenta as estatísticas mais recentes sobre refúgio, apatridia e deslocamentos forçados em todo o mundo.

A divulgação do relatório foi feita em entrevistas coletivas simultâneas, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na ocasião, também foram anunciados os números mais recentes sobre refúgio no Brasil, produzidos pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE).

No Rio de Janeiro, a divulgação do relatório Tendências Globais 2010 aconteceu às 10h30, na Capela Ecumênica do campus Maracanã da UERJ (Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã), com a presença do representante do ACNUR no Brasil, Andrés Ramirez, e do Diretor da Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, Candido da Ponte Neto.

Em São Paulo, a coletiva de imprensa ocorreu às 10h30, na Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania (Pátio do Colégio, 184 – 1º andar – Centro – “Sala dos Anjos”), com a participação do porta-voz do ACNUR no Brasil, Luiz Fernando Godinho, o Secretário Especial de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, José Gregori, e o Diretor da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, Marcelo Monge.

O ACNUR e seus parceiros no Brasil prepararam ainda diferentes atividades em várias cidades do país para comemorar hoje o Dia Mundial do Refugiado. Abertos ao público, os eventos contaram com a presença de refugiados, autoridades públicas, funcionários do ACNUR e cidadãos comuns interessados na causa do refúgio. Os eventos aconteceram nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Guarulhos (SP) e Itatiba (SP).

Nas capitais, foi instalado um estande da campanha “Calce os Sapatos dos Refugiados”, que promove a tolerância e a integração dos refugiados e de outras populações sob o mandato do ACNUR. O público foi convidado a participar da campanha e experimentar a sensação de ser um refugiado – entendendo, dessa forma, a situação e as necessidades destas
pessoas. Nas cidades envolvidas (com exceção de Porto Alegre), refugiados prepararam comidas típicas e fizeram apresentações artísticas para o público, propiciando uma oportunidade de interação com todas as pessoas simpáticas à causa do refúgio.

Atividades adicionais aconteceram no Rio e em São Paulo. Na capital fluminense, durante o seminário “Integração Local dos Refugiados” (local e horário abaixo), foi apresentado o documento de referência do Plano Estadual para Refugiados, preparado pelo Comitê Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção a Refugiados no Rio de Janeiro. Na capital paulista, houve uma oficina gastronômica no SESC Carmo, com a participação de refugiados e refugiadas preparando pratos típicos de seus países de origem. Esta oficina marcou 15 anos de parceria entre a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo e o SESC no atendimento a refugiados que vivem na capital paulista.

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