Famílias regressadas da Zâmbia recebem doação da JMPLA

dezembro 24, 2011

Fonte: Angola Press

Dez famílias dos 121 angolanos que regressaram este mês da República da Zâmbia e que ainda se encontram no centro de recepção do Luena (Moxico), receberam sexta-feira bens alimentares diversos, doados pelos militantes da JMPLA (organização de juvenil do MPLA).

 
A doação é de duas toneladas de produtos como farinha de milho, óleo alimentar, arroz, sal, massa alimentar, feijão, gasosas, sumos, roupas usadas, entre outros bens de consumo.
 
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Desminagem com quatro mil homens: Reintegrados setecentos angolanos provenientes da Zâmbia

setembro 27, 2011

Fonte: Rádio N’Gola Yetu

Quatro mil homens estão engajados no processo de desminagem em Angola, permitindo maior facilidade na circulação de pessoas e bens, bem como no regresso de refugiados angolanos, ao país.

Cerca de setecentos angolanos provenientes da Zâmbia, já foram reintegrados no país.

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Adiado início de repatriamento de refugiados da RD Congo

julho 4, 2011

Fonte: Agência Angola Press

Assinatura do acordo de repatriamento de refugiados da RD Congo

A operação de repatriamento voluntário e organizado para mais de 40 mil refugiados angolanos radicados na República Democrática do Congo, cujo início havia sido previsto para hoje, (04 de julho), já não acontece nessa data e se desconhece, de momento, uma outra, devido à continuidade dos preparativos para a sua efetivação, disse à Angop fonte do Ministério da Assistência e Reinserção Social (Minars).

Segundo o chefe do Departamento de Refugiados do Minars, Alfredo Leite, “as autoridades da RD Congo não enviaram um manifesto do número de pessoas a enviar para Angola nessa data e alegam continuidade de preparação de condições”.

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Repatriação de congoleses atinge 40.000 em Zâmbia

setembro 28, 2010

Fonte: ACNUR

Refugiados congoleses saídos de Zâmbia na traseira de um caminhão após retornar para a província de Katanga. (Foto: K. Barnes/ ACNUR)

O número de refugiados congoleses, que estavam em Zâmbia, repatriados pelo ACNUR desde 2007 atingiu a marca de 40.000.

O marco foi ultrapassado no último domingo, quando um barco fretado pelo ACNUR levando 555 pessoas chegou em Moba, na província de Katanga, na República Democrática do Congo (RDC), após atravessar o lago Tanganyika, do porto de Mpulungu na Zâmbia. Na quarta, outros 527 refugiados chegaram a Moba vindos da Zâmbia.

Os refugiados estavam vivendo nos campos de Mwange e Kala após fugir de sua terra natal para escapar do conflito. Eles agoram sentem que a segurança aumentou o suficiente para que eles voltem para casa.

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Várias famílias recebem apoios

agosto 16, 2010

Fonte: Jornal de Angola

Actividade agrícola no Kwanza-Norte vai contar com a participação de refugiados congoleses e zambianos (Foto: Jornal de Angola)

A direção provincial do Kwanza-Norte da Reinserção Social vai, nos próximos dias, apoiar, com sementes diversas, 25 famílias de refugiados congoleses democráticos, mauritanos e zambianos, que vão desenvolver agricultura num campo de aproximadamente 250 hectares, a ser cedido pela direção local da Agricultara.

A iniciativa destes organismos do governo da província visa fundamentalmente diminuir as dificuldades que os mesmos têm vindo a enfrentar desde que chegaram a Angola, há mais de 30 anos.

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Angola-Zâmbia: refugiados mudam de idéia

março 30, 2009

Angolanos deixam o campo de Meheba em 2005 (Foto: Nebert Mulenga/IRIN)

Angolanos deixam o campo de Meheba em 2005 (Foto: Nebert Mulenga/IRIN)


Sete anos após a paz ter sido restabelecida em Angola, os refugiados que saíram do país há três décadas por causa da Guerra e que se encontram em Zâmbia dão sinais ambíguos em relação ao repatriamento, segundo informações do site IRIN Africa. Vinte e sete mil angolanos se encontram no país vizinho, após 74 mil já terem voltado para Angola graças a um programa de repatriamento do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e do governo anfitrião, que teve a duração de quatro anos e terminou em 2007.

O ACNUR reabriu a janela de repatriamento após sete mil refugiados angolanos terem demonstrado, no começo deste ano, interesse em retornar. Mas uma pesquisa conduzida pela agência e do governo anfitrião em março de 2009 no campo de refugiados Mayukwayukwa – um dos maiores de Zâmbia – revelou que apenas 2,5% querem de fato retornar.

“O objetivo da pesquisa era identificar o número de refugiados angolanos que gostariam de ser repatriados, a fim de mobilizar os recursos adequadamente para a repatriamento e identificar as cidades e comunidades de Angola que receberiam e reintegrariam os refugiados “, explicou o diretor do ACNUR em Zâmbia, James Lynch.

“Parece que o interesse dos refugiados angolanos em Mayukwayukwa é pequeno no que tange ao retorno para casa”. A última pesquisa que entrevistou 10 mil angolanos, naquele campo de refugiados, apontou que apenas 251 querem voltar imediatamente, enquanto que 284 (2,8%) avaliam que poderiam voltar em 2010 e 756 (7,6%), em 2011.

O processo de repatriamento dos refugiados angolanos teve início em 2003 após um acordo tripartite entre os governos de Angola e Zâmbia e o ACNUR. O processo terminou em 2007 após 74 mil refugiados terem sido ajudados a voltar para casa, enquanto de muitos que viviam fora dos campos voltaram por iniciativa própria.

“Após a suspensão do trabalho em larga escala em 2007, o repatriamento volunt[ario será retomado em maio de 2009, com o apoio do ACNUR que irá aos ajudar os refugiados com o transporte e uma quantia em dinheiro para auxiliá-los na reintegração em Angola”, disse Lynch.

“Os refugiados citaram muitas razões para não quererem voltar, entre elas o fato de terem vivido por muito tempo ou terem nascido em Zâmbia, por terem se casado com pessoas daquele país, pela necessidade das crianças em terem acesso à educação e também devido às maiores oportunidades existentes em Zâmbia”.

Governo está impaciente
James Mfula, secretário interino do Ministério do Interior de Zâmbia, disse ao site IRIN que há uma grande preocupação do governo em relação ao baixo nível de interesse dos refugiados angolanos em irem para casa.

“Angola está em paz agora e encorajamos todos os refugiados angolanos a considerarem a possibilidade de voltarem para casa para contribuir com a reconstrução de seu país. Não é bom ser refugiado para sempre”, disse Mfula.

Refugiados residentes em Zâmbia recebem o estatuto de refugiados in Zambia mesmo quando se casam com zambianos, mas o governo não especifica se os refugiados que permanecerem após o término do período de repatriamento receberão o estatuto de refugiados ou serão considerados imigrantes ilegais.

O governo zambiano declarou que em 2008 tinha a intenção de transformar os antigos campos de refugiados em centros de treinamento. Lynch afirmou que há a probabilidade de que os campos de Mayukwayukwa e Meheba, os dois que abrigam os refugiados angolanos, sejam fechados após o período de repatriamento.

“isso depende de quantas pessoas sejam repatriadas. Não há apenas angolanos vivendo lá, mas há refugiados de outras nacionalidades, como somalis, ruandeses, burundianos e congoleses”.

Refugees United